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COISAS DE SANCLER

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Depois de dias sumido, volto para mostrar a foto do grande momento: aquele em que o reitor coloca o chapéu em mim, após me conceder o título de bacharel em Jornalismo. Bem, as aoutras fotos não posso nem mostrar porque em 99% delas eu estou horrível. Não sei o porquê, mas ao invés de sorrir com vontade, eu dei um sorriso meia boca nas fotos, ficou suuuper estranho, trágico pode-se dizer. Mas, ok, não vamos nos abalar com isso.

Ando meio sumido, porque ando mais enrolado que carretel de linha e também ando cansado. Quando der pique, escrevo mais... tenho tanta coisa para contar... mas me falta fôlego e vontade... deve ser uma fase... Eu volto, não sei quando, pela via das dúvidas, passe sempre por aqui... ahahahah..
Como prometi no meu twitter publico abaixo os agradecimentos que constam em minha monografia. Antes de mostrá-los aqui, enviei uma cópia dos mesmos a todas as pessoas citadas, ou melhor, todas as pessoas cujos nomes são citados. Escrevi esses agradecimentos às 4 horas da manhã (como sempre digo, quando não há censura alguma sobre a mente, nem sobre o coração)... Logo depois de escrevê-los, fiquei doente e passei três dias de cama. Amo esses meus agradecimentos, porque eles são muito sinceros e acredito que revelam muito de mim, tem o meu jeito em cada frase. Claro que há pessoas que eu também gostaria de citar o nome, mas tive de fazer escolhas...

AGRADECIMENTOS

A todas as pessoas que de alguma forma ou outra foram responsáveis por delinear quem sou hoje e que por mínimo que seja, tenham influenciado no meu caminho acadêmico. Aos meus pais, Luiz e Ronete, por toda ajuda nos momentos de agruras e em especial a minha mãe por sua dedicação ao meu ensino, desde as correções do tema da primeira série a feitura dos chimas que me mantiveram acordado durante a redação desta monografia.

Ao meu irmão, Cristopher, que ao seu modo mostrou sua preocupação comigo e o seu amor. A toda minha família (avós, tios, primos), que com elogios e críticas construíram minha força. Aos meus padrinhos, Enor e Iraci, que me ensinaram a disciplina e ordenaram minha vida. A Lucia Mello, pelo emprego durante a realização da faculdade, por todas as folgas concedidas para execução de trabalhos, pela sempre compreensão.

A todos os meus colegas de aula, do pré do Paraguaçu ao terceiro ano do Poli, que com suas amizades e companhias rechearam de alegria e tristezas (pois a vida é feita das duas) o caminho até aqui. A todos os meus professores, que me ensinaram que mais do que resolver cálculos e escrever corretamente é preciso não desistir nunca do que se deseja. A todos meus amigos, pela importância em minha vida, pela força dada nos momentos de dificuldade, pelas alegrias compartilhadas.

Aos meus colegas da Universidade, que sempre presentes se tornaram amigos para toda vida. Em especial, a Leticia Mendes, pela oportunidade de ser seu amigo, pela troca de confidências e a tudo que me trouxe de bom e transformou na minha vida. A Daiane Balardin, pela sua presença alegre, sua amizade preocupada e pelos papos durante os almoços no 22. A Gelson Pereira, por sua amizade constante, pelas bobagens compartilhadas, pela paciência em todos os momentos e pela salvação nos momentos de diagramação. A Marisa Lorenzoni, pela sua companhia enriquecedora, pelas mais do que maravilhosas reuniões em sua casa, pela lição de vida que ensinaste. A Guilherme Mazui, pela amizade comprometida, não me deixando sozinho na disciplina de Curta, pelas piadas e por sua inteligência instigante. A Roseane Ferreira, pelo seu bom-humor, sua competência e talento, e por sua amizade. A Rozana Ellwanger, por sua amizade mais do que testada nas idas a Venâncio, por ter aceito meu convite e realizado o projeto com os guris, pelo seu pé no chão que tornou tudo possível e pelas fofocas venenosas que trocamos. A Heloisa Poll, por sua amizade atenciosa, por ter me escutado nos momentos de desespero, pelos papos mais do que divertidos. A Gibran Sirena, por sua amizade verdadeira, por sua graça, por nunca ter me deixado na mão durante o projeto com os guris.

A todos os professores do Curso de Comunicação Social pelos ensinamentos de toda a faculdade. Em especial, a minha orientadora Fabiana Piccinin, por nunca ter desistido de mim, por sua atenção constante e auxílio nos meus (vários) momentos de desespero. A Demétrio Soster, por tudo o que aprendi, pelas várias oportunidades concedidas, pela preocupação extra-classe. A Ângela Felippi, por me agüentar durante um ano todos os dias na coordenação do curso, por todos os caminhos apontados, pela ajuda sempre que era necessária. A Veridiana Melo, pelo aprendizado em todos os momentos, pela sempre disposição em atender meus chamados, pelo companheirismo durante o projeto experimental. A Jair Giacomini, pelos valiosos aprendizados sobre cinema, pela oportunidade de ter realizado o documentário do Hospital e pela ajuda sempre presente.

A Inês, por ter ouvido minhas lamentações por quatro anos, pela amizade e ajuda. A todos os funcionários da Unisc TV que pagaram seus pecados me agüentando, em especial a Valmor Emmel pela sua simpatia de ter me incluído na família.

A Deus, pela força que me deu durante todos esses vinte e dois anos para chegar onde cheguei. Obrigada.
Carol, Fran, eu, Helô e Cris

Antes de mais nada tenho de publicar uma foto ainda da festa da formatura, um flagra que mostra o pessoal arrasando com as máscaras customizadas por mim, pela Helô e pela Daiana... Vejam!

Já relatei tudo, ou quase tudo que amei da minha formatura no post abaixo. Resolvi então trazer para cá algumas coisas materiais que ganhei de formatura, mas todas elas envolvidas em sentimento. Explico: coloquei no meu convite que, quem quisesse me presentear com algo, poderia faze-lo dando me dinheiro, uma vez que, sonho em um dia fazer intercâmbio e esse dinheiro poderia me ajudar. O pessoal atendeu meu pedido e deu o que podia. Como resultado, posso contar que se quisesse, poderia comprar hoje mesmo a passagem para a Austrália (para aonde sonho ir e cuja imagem está no template do blog, lá em cima)... Consegui uma bela grana (imagina, dá para pagar uma passagem de ida para a Austrália e ainda sobra troco!!)...

Então, junto do dinheiro, ganhei da maioria dos convidados cartões (estes abaixo)... com lindas mensagens e assinaturas... com certeza guardarei todos com muito carinho...

No entanto, uma amiga, a Rozana, resolveu não me dar dinheiro. E me deu um presente que tocou fundo meu coração. Ela não meu deu uma roupa, perfume ou livro. Deu um quadro (esse dá foto acima ao qual estou abraçado). Mas esse quadro simboliza muito para mim, e quando o vi, meu coração se encheu de alegria e emoção... não sei como, mas ela adivinhou algo que eu queria... o quadro possui uma foto ampliada dos guris do projeto social que a realizei junto dela... então Rozana, essa danada, tirou uma foto dos guris, mandou fazer a imagem ampliada, voltou lá e deu para o mesmos guris assinarem e além das assinaturas, eles colocaram um belo texto, que me fez perceber o quão eu havia sido importante para eles (porque eu já sabia há muito tempo que eles eram importantes para mim)... Não foi um presente qualquer, porque envolveu sentimento, foi uma bela surpresa, uma felicidade sem tamanho... sempre ficarei em dívida com a Rozana por essa bela homenagem.

Leia o que os guris escreveram para mim no quadro:

"Sancler
O caminho da Vida é feito de tristezas e alegrias. E você foi uma alegria que pintou em nossa caminhada. As tristezas da Vida a gente tenta esquecer, mas as alegrias são inesquecíveis. Por isso jamais te esqueceremos, te admiramos muito."

Não é para se emocionar?


Falando em homenagem... amei o texto escrito pela minha amiga Eliane Cauduro e lido pela minha também amiga Carine Nied. Fiquei sem reação no momento, acho que não consegui agradecer suficiente a Eliane por essa homenagem maravilhosa. Além de falar de nossa amizade, ela conseguiu falar muito bem de mim, e quando digo muito bem, é no sentido de que ela conseguiu me representar muito bem, colocar em palavras a minha essência... não me admira pelo talento que sei que ela tem com as palavras, mas ainda sim, me admira o fato de uma ecritora talentosa como ela se prestar a parar e escrever sobre mim... Não tenho mais palavras para explicar tudo o que senti ao ouvir cada uma daquelas palavras...


Ganhei também de meu mestre na área audiovisual, Jair Giacomini, um belo cordel comprado por ele em Pernambuco (se não me engano é Pernambuco) e um livro com as frases mais geniais do cinema (li tudo sem parar, uma frase melhor que a outra!!, sempre quis ter um livro assim!!). São livros que terei sempre comigo, por serem de uma área que eu gosto (cinema!) e por serem de uma pessoa tão importante que me fez me aproximar ainda mais do cinema e do audiovisual... sem o convite dele não teria feito Hospital Santa Cruz: 100 anos de histórias, não teria trabalhado e aprendido muito na cobertura de Gramado, não teria aprendido tudo o que aprendi sobre cinema...


Por fim, mas não menos importante, ganhei esse bela caneca como lembrança na minha formatura. Os convidados além disso me deram dinheiro, mas talvez quiseram dar algo que fizesse lembrar deles todos os dias, conseguiram, já que esta é minha nova caneca oficial para tomar café...

Lembranças... além dessas materiais (porém todas envolvidas em sentimento), vou carregar todas aquelas de tudo que aconteceu desse dia tão especial. Como já disse no meu título, vão ser lembranças para toda vida....

Depois de três dias sem escrever aqui, volto para falar do motivo que me afastou do blog: minha formatura. Num primeiro momento pensei em contar TUDO que aconteceu de errado ou ruim, que diga-se de passagem não foi pouca coisa. Mas, resolvi que não valia a pena relembrar todas essas coisas ruins, se podia falar das boas. Então resolvi: vou falar de tudo que foi bom! Ou tudo que eu lembrar...

Amei todos os preparativos: escolher a decoração, o buffet, fazer a lista dos convidados, convidar, mandar fazer meu terno, experimentá-lo pela primeira vez, acompanhar a família na escolha da roupa, escolher os docinhos, tratar os detalhes com o DJ e indicar as músicas, escanear e tratar as fotos antigas para o telão, selecionar as fotos digitais, organizar todas as fotos por ordem crescente dos anos...
Fotos de toda minha vida foram exibidas num telão
Amei o dia da formatura, o nervoso de vestir a toga, o prazer de estar ao lado dos meus colegas de início da faculdade e mais que isso, amigos... a felicidade de tirar as fotos com eles, de rirmos juntos, de batermos papo para passar o tempo e diminuir o nervosismo... amei ver mamãe e papai lindíssimos e felizes e posar para fotos ao lado deles...
Amei sentir as pernas tremerem quando enfim a porta do auditório abriu para que nós adentrássemos, amei sentir vontade de chorar com aquele momento, de ver pessoas que tanto amo olhando para mim e se emocionando, amei ficar ali na frente do palco esperando minha vez e me alegrando a cada abraço que um amigo dava antes de subir ao palco e ser diplomado, amei sentir a emoção de ser chamado quando estava próximo da minha vez, amei mais ainda a sensação que tive quando fui chamado, quando "Life is a song" tomou conta do auditório e de mim.
Amei os segundos que levei até alcançar o palco, amei a paradinha para foto com a Rose, amei os outros segundo até chegar a frente do reitor e mais ainda os segundo em que aquele chapéu esteve suspenso no ar e quando ele foi "enterrado" na minha cabeça... Amei todos os cumprimentos da mesa, que estava como eu queria, talvez com duas faltas na minha opinião...

Sentado na ponta ao lado da Rose... muitas fofocas!!

Amei que minha cadeira tenha ficado na ponta (adoro aparecer, ué!), amei ficar fofocando com a Rose durante a cerimônia, assim como amei seu discurso. Amei jogar o chapéu para o alto (tão clássico) e abraçar todo mundo naquele palco. Passou tudo muito rápido, mas valeu cada segundo...

Amei descobrir minhas amigas no meio da multidão, fazer o brinde com meus colegas (todos já jornalistas por formação)... Não amei ter de me despedir deles, mas cada um precisava ir para sua festa...

A decoração da Kativa estava impecável...

Amei tudo na minha festa: amei a presença de cada convidado, seus abraços, suas lembranças, seus sorrisos... amei a decoração (a Kativa arrasou!!), amei a comida (apesar de ter comido muito pouco), amei conversar com cada convidado, sentir a felicidade deles em compartilhar esse momento comigo... amei a homenagem escrita pela Eliane Cauduro e lida pela Carine Nied (em breve posto aqui a homenagem), porque Eliane conseguiu me descrever bem e me emocionar... amei o presente da Rozana, um quadro com uma foto dos guris do projeto, com um linda mensagem deles e suas assinaturas (em breve coloco uma imagem do quadro e reproduzo o que eles me escreveram)... foi um presente lindo que encheu meu coração de calor...

Eu mostrei para todo mundo que danço qualquer tipo de música


Amei discursar um discurso não ensaiado, amei dançar todo tipo de música sem a menor vergonha ou pudor, amei distribuir boás, máscaras, anteninhas para os convidados e todos enfeitados dançarem para caramba, amei o sucesso das máscaras cirúrgicas customizadas (A Carol até comentou sobre elas no blog dela), amei tirar todas as fotos, amei me sentir amado...

Amei ter as pessoas que gosto ao meu lado nesse dia importante... guardarei na memória e no coração esse dia, não importa onde eu estiver, todos estarão comigo... Peço desculpas se esqueci de algo, não foi por querer...talvez esse texto não transmita tudo que senti, mas foi preciso escrevê-lo... para enumerar todas as coisas boas e ver que elas ainda são maiores do que as ruins... Mais fotos amanhã!!
Eu, Daia e Helô customizando as máscaras

Bem, quem me conhece bem deve saber que sábado, dia 08, é o dia da minha formatura. Também sabe que por pouco, esse dia não foi estragado por causa da gripe A. Isso porque a Universidade havia decidido adiar a formatura 8 dias antes dela acontecer. Chocados com a decisão, eu, Daia, Mazui e Marisa iniciamos uma peregrinação pela Unisc, que mais tarde também contou com a participação da Leticia. Bem, para resumir a história, conseguimos manter a data.

Mas a minha raiva com a gripe A não passou. Para tanto, resolvi rir de toda essa paranóia e decidi comprar umas máscaras cirurgicas para estilizar para o momento do baile. A Helô gostou da idéia e aceitou me ajudar nessa tarefa.

Então começou a caça das máscaras. Meu colega de trabalho, o Igor, disse "tem em toda farmácia"... aham, sei... Na primeira que eu fui, nada. Na segunda, também não. Na terceira só tinha um modelo supersofisticado e caro. Em uma outra achei um modelo, mas não gostei e foi nessa que acontece algo muito engraçado.

Eu cheguei na farmácia e pedi pelas máscaras. O atendente me olhou com uma cara e começou a se desaproximar cada vez que eu falava e eu não entendia porque. Só depois de sair do estabelecimento que me dei conta: no mínimo ele devia estar achando que eu estava com a gripe A. Ri muito da situação.

Na farmácia seguinte, encontrei o modelo que eu queria e fui atrás dos elementos para a estilização das máscaras. Comprei glitter, rendas, fechos, purpurina.... Mais tarde, fui para a casa da Helô, onde eu, ela e a Daiana trabalhamos nas máscaras. Só posso dizer que rimos muito... Sábado o pessoal vê as "obras de arte" de perto... Um preview você aqui embaixo, com mamãe servindo de modelo....

Mami experimenta uma das máscaras com rendinha...

PS: Por falar em formatura, escrevi uma matéria para o Q? desta quarta sobre o assunto... Confira clicando aqui e aqui.