Essa semana ganhei um novo nome: Fritz. Tudo porque vesti o personagem durante uma hora para matéria do Caderno Q?. Fiquei feliz com o resultado, tanto da matéria em si, quanto da experiência e da repercussão.
Sempre quis saber como era ser o personagem. Vestir aquela roupa toda, como seria caminhar, ver, receber o carinho das crianças... está tudo na matéria. Com certeza vai ficar para sempre na minha memória.
Fico muito feliz quando as pessoas vem me falar que gostaram de uma matéria e nessa isso aconteceu várias vezes, é tão bom saber que tem gente lendo o seu trabalho, que está gostando... Quem não leu ainda, pode fazê-lo clicando aqui.
A quinta-feira foi especialíssima. Além de fazer a folia com a Helô na Oktober, depois encontramos a Luana, a Ana e a Marcela, sem falar que o Márcio também se juntou a gangue. Tanta gente reunida, só podia dar em agitação. Primeiro fomos do Acústico Bailão 101 prestigiar o colega Maiquel Thessing e ver as bandas Brilha Som e Eccos. E depois, veio o melhor: o show do Nenhum de Nós.
Mas antes do show, vamos voltar no tempo, mais exatamente na metade da tarde de quinta. Estava eu, bem belo e em paz, pensando que tinha de dar uma pesquisada sobre a banda para a entrevista que aconteceria antes da apresentação à noite, quando o telefone tocou e fcamos sabendo que o Nenhum de Nós concederia entrevsta coletiva dentro de uns 45 minutos.
Acabei escalado e o frio na barriga começou. Embora já formado e há oito meses trabalhando na Gazeta, eu nunca havia participado de uma entrevista coletiva. Pior, eu não sabia o que perguntar para os caras. Chegando no hotel onde eles ficariam hospedados e onde dariam a entrevista, descobrimos (eu fui com o Mauro Ullrich) que o Nenhum de Nós ainda não havia nem chegado à Santa Cruz. Um chá de banco básico e os músicos chegaram.
Tenho que confessar. Sou fã da banda, sei cantar diversas músicas e amo, amo muitas delas. Então, entrevista-los me deixava nervoso por isso também. Enfim, a entrevista foi tranquila, os caras são superbacanasm simpáticos, acessíveis. Como todo mundo acabou tirando fotos com eles, eu que não ia perder a oportunidade.
Voltemos ao show.
Me diverti muito com o pessoal. Eu cantava, gritava, pulava e enquanto fazia tudo isso, anotava o nome da música para matéria que eu ia escrever depois. Foi um show para recordar o quanto o Nenhum de Nós é bom. Cheguei em casa, escrevi a matéria e fui dormir... feliz, pela maravilhosa noite que havia tido.
Quinta, eu e a Helô fomos do trabalho direto para Oktober. Queríamos passear pelo parque antes do show do Nenhum de Nós que prometia animar a noite. Chegamos e fomos andar pelos estandes e começamos a comilança. Eu, enfim consegui comer meu pote de morangos picados com chocolate derretido (ao custo caríssimo de R$5 reais) e depois ainda comi um waffle de presunto e queijo que me pareceu um tanto cru.
Com o estômago forrado, fomos realizar nosso desejo: andar no Evolution, brinquedo do Parque de Diversões que é o mais radical. Não basta ele te virar de cabeça para baixo, ele faz isso enquanto de gira no ar, não tem nem como explicar o que esse brinquedo faz. Ano retrasado eu havia andado e apesar do pavor causado, queria andar de novo. Mas, para mim, nada é simples.
Eu e a Helô entramos no brinquedo e quando passamos por uma das divisões(cada uma com quatro lugares), uma garota de uns 16/17 anos nos chamou para sentar com ela. Dizendo não querer andar sozinha, ela clamou que sentássemos ali. Mal sabíamos que havíamos caído na isca de uma psicopata.
Após o cara responsável pelo brinquedo nos "prender" na grade, a graciosa garota "inocentemente" perguntou se a gente sabia porque no ano passado o parque não havia trazido o brinquedo. Mais uma vez, caímos na sua rede e respondemos que não. Foi aí que ela iniciou seu terrorismo psicológico. A jovem nos contou que no ano passado a grade do brinquedo havia aberto e um garoto caído e morrido aqui no Rio Grande do Sul. Faltando menos de minutos para o brinquedo começar a funcionar, não era a informação que eu gostaria de ter.
Enquanto eu e a Helô gritávamos para sair do brinquedo (de brincadeira, na verdade), a little psicopata gargalhava... não satisfeita, ela acrescentou "sempre imaginei que quando andasse nesse brinquedo, terminaria a luz quando estaríamos de cabeça para baixo". Mais uma vez clamávamos ajuda, não queríamos sair do brinquedo, mas de perto daquele abutre falante.
Não bastasse o terror psicológico, a Helô percebeu que sua bolsa não fechava direito e o jeito foi ela andar no brinquedo segurando a bolsa com uma das mãos. Enquanto a Helô gritava sem parar, eu de nervoso, só ria. Melhor, gargalhava. Ria de cabeça para baixo, ria girando, ria enquanto o brinquedo me jogava de um lado para o outro.
Bastava olhar para aquela altura para pensar "a grade vai abrir e eu vou morrer"... me segurei com tanta força, que cheguei a machucar meu braço. Embora tenha achado mais hard essa vez, nem deixei de ficar com os olhos abertos para ver a belíssima visão que se tem da cidade quando girado de cabeça para baixo.
Depois de ficar trocentas vezes de cabeça para baixo e de ter sido girado tantas vezes possível, eu simplesmente não aguentava mais, e o meu riso foi trocado por gritos de "Chega!!!", intercalados com "Paaaaaara". Enfim, parece que fui ouvido e o brinquedo parou. Enquanto todos saíam das grades e do brinquedo, nós continuávamos lá, presos com a pequena psicopata que não gritou nenhum momento. Livres das grades e da psyco, agradecemos por estarmos vivos.
Veja vídeo gravado por alguém que andou no brinquedo para ter uma idéia de como é:
Nesse outro vídeo você pode conferir como o brinquedo se movimenta, é a visão de quem assiste tudo de baixo:
Eu, Luana e Ana (de pé), Fabricio e Dani (sentados)
Terça, depois do trabalho, fomos eu, Dani, Fabricio, Luana e Ana para a Oktober saborear as delícias do Café Colonial. Eu e a Ana já tínhamos feito uma matéria sobre o local no nosso findi de trabalho e foi assim que descobrimos que havia 90 itens a disposição de quem ia lá. Foi na primeira ida também que encontrei o Tio Arno que estava trabalhando no local (pra quem não lembra, o Tio Arno é o pai do meu primo Junior, deste post aqui).
Eu e meus colegas de trabalho aproveitamos o iniciozinho da noite para saborear as delícias e botar o papo em dia. Numa das milhares de cenas engraçadas, eu gritei para Luana não pegar todo o pedaço da torta de queijo (que eu amoooo de paixão) do buffet.
Depois de comer até passar mal, a Dani e o Fabricio foram embora e eu, a Luana e Ana passeamos pela Oktober e tiramos as fotinhos abaixo. Além disso acompanhamos de pertinho o nosso amigo Maiquel Thessing brilhando com seu Acústico do Bailão 101.
Frases da noite: "Quero ser tua Carla!", "Naaando!!" e "E depois para agradar parará parará"...
Escute a música que virou nossa trilha sonora: Vou zuar e beber!!
Eu e Ana entrevistando Eric e Matheus. Foto: Rodrigo/Ag. Assmann
Esse final de semana foi para matar... Inter-regional do Enart em Vera Cruz, Oktober para cobrir, galerias de imagem para fazer, show do Eric e Matheus, desfile da Festa da Alegria domingo... Cansei, fiquei exausto, mas feliz... Eu e a Ana Paula trabalhamos juntos nesse findi pela primeira vez e foi muito bom... acho que tivemos entrosamento e nos divertimos mesmo com muito trabalho...
Sábado pela manhã acompanhei o Enart em Vera Cruz. Logo depois fui para Santa Cruz e eu e redigi o resto das matérias do evento e fiz duas galerias de imagem: uma do Enart e outra do jogo de tênis com participação do Meligeni. Depois fomos para Oktober fazer matérias, o que foi muito bacana, conseguimos boas pautas e rimos muito... Depois voltamos para Redação e tivemos que escrever cinco matérias, foi puxado, mas muuuuuito bom...
Fomos para casa, nos arrumamos e pouco depois voltamos para a Oktober para cobrir o show da dupla Eric e Matheus. Bem, foi triste entrar no Poliesportivo e vê-lo praticamente vazio. Mas isso não impediu a noite de ser emocionante. Eu e Ana fomos para o camarim dos artistas, realizamos a entrevista e depois assistimos todo show. Bem, estava bacana a apresentação, só que em certo momento eu não aguentava mais. Estava com sono, cansado e sabia que o dia seguinte iria ser punk.
Ah, antes do show, voltamos do camarim pelo palco, pena que tinha pouca gente para ver. Também quero comentar que bati um delicioso papo com as soberanas que conseguem ser mais simpáticas a cada novo encontro. Lindas e simpáticas, eu diria que elas são perfeitas. hahaha...
No domingo, depois de dormir algumas poucas horas, fui para Gaz escrever as matérias de polícia, depois eu e Ana fomos para o desfile e assistimos (invejem-se) da sacada do Espaço Camarim com a deliciosa presença de Pilly Calvin. O desfile estava lindo, o pessoal super animado, adorei!
Depois escrevemos matérias, fizemos mais galerias de imagem, escrevi matéria sobre o show para o jornal e no final da noite, enfim, descansei. Ah, eu e Ana ficamos o findi todo querendo tomar sorvete e não tomamos. Fica próxima né amiga?
Minha matéria na edição desta semana do Q? era sobre as dicas das soberanas da Oktoberfest para o pessoal curtir a festa. Tive de fazer a matéria e esrevê-la logo depois, mas fiquei feliz com o resultado, até que enfim fiquei satisfeito. Por causa da matéria tive a oportunidade de bater um papo por telefone com a Michele, a Leticia e a Mariana. As gurias além de lindas são uns amores. Simpáticas e solícitas, participaram da matéria numa boa.
Mas o melhor veio depois: os comentários. Recebi elogios de colegas e outras pessoas que leram a matéria e gostaram. Fico feliz quando tenho retorno do trabalho. Já realizei a pauta da matéria para semana que vem e devo escrevê-la nesta sexta. Foi muuuuito divertida e dolorosa a pauta, mas acredito que o resultado vai ficar ótimo. Obviamente, é relacionada a Oktober. Quarta-feira que vem você descobre.
FOCAS ARRASAM NOVAMENTE Uma das coisas mais divertidas na realização das últimas pautas do Q? tem sido a participação das Focas do caderno. Na pauta que realizei nesta quinta, Buna Matos e Renan me acompanharam na empreitada. Acredito eu que eles se divertiram. Em breve coloco o link para vocês lerem o que eles escreveram. Obrigado pela companhia focas... Até a próxima!